Nissan Skyline GTR

Dotado de motor V6 biturbo de 3,8 litros feito artesanalmente por apenas quatro Takumi (mestres artesãos), tem 552 cv (454 hp) e 64 kgfm de toque disponíveis em sua versão inicial. A transmissão montada sobre o eixo traseiro é automatizada, de seis marchas e dupla embreagem, e comanda sistema de tração que prioriza a entrega total de força sobre as rodas traseiras, passando para o sistema integral sempre que preciso. Grifes como Bilstein (suspensão), Brembo (sistema de frenagem de performance, com discos que parecem pizzas de tão grandes) e Bose (som premium, com 11 falantes) completam o conjunto.

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Para balancear o peso, o motor é dianteiro e o câmbio fica na traseira, tudo coberto por uma armadura que remete à de guerreiros japoneses, mas agora feita em aço, alumínio e fibra de carbono. As rodas são de 20 polegadas.

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Como um samurai completo não tem só força, o GT-R vem com freios ventilados da marca Brembo, além de ajuste dinâmico dos amortecedores, transmissão e dos sistemas de controle de estabilidade e tração. São 3 modos de direção – Normal, Comfort e R – disponíveis para o motorista por meio de seletores no painel central.

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Na pista, é possível sentir a diferença entre os modos nos pedais e na direção, que fazem o comportamento do modelo ir de Tamagochi, aquele “bicho” virtual da década de 1990, a Godzilla, quando selecionado o modo R.
No Comfort, ele é facilmente domado, mesmo para quem não tem experiência com esportivos. Já na seleção mais esportiva, o GT-R entrega o seu máximo de aceleração e força, quase como um carro feito para corridas, com respostas rápidas tanto para arrancar como para parar.
O sistema eletrônico segue ativo no modo R, mas com uma peculiaridade: em vez de desacelerar o carro para corrigir trajetórias erradas, ele manda mais força para as rodas com corretas o mesmo objetivo. Com troca de marchas por aletas atrás do volante, a diversão é garantida em ambiente próprio para isso.

 

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Vendido nos Estados Unidos como versão Premium 2015, o modelo testado tinha sistema Bose de cancelamento de barulho, que envia frequência oposta a sons externos para anulá-los. Mas alguma configuração misteriosa permite que o ronco opaco do V6 biturbo chegue aos ouvidos de maneira agradável. A cabine ainda é equipada com sistema de som de 11 alto-falantes e dois woofers, 6 airbags, bancos esportivos com aquecimento, navegação por GPS e tela com informações sobre a dinâmica do carro. Outro item interessante é o ajuste de altura e profundidade da direção, que mexe junto ao painel, como um bloco único.

Foram apenas 4 voltas na pista, mas o suficiente para perceber que o GT-R tornaria mais difícil a escolha entre os rivais disponíveis no país.
Mas, por enquanto, quem quiser um GT-R no Brasil ainda precisa passar pelo processo de trazer o carro por conta própria.
A Nissan não tem planos para oferecer o esportivo no mercado nacional. O preço e a produção limitada (de 1 mil unidades por mês) são fatores
Nos Estados Unidos, o modelo testado custa a partir de US$ 101 mil. Aplicando-se apenas a conversão do câmbio e tributos, ele não sairia por menos de R$ 500 mil no Brasil.

http://g1.globo.com/carros/noticia/2014/12/primeiras-impressoes-nissan-gt-r.html
http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2014/12/03/nissan-gt-r-domina-pistas-com-influencia-de-jaspion-godzilla-e-videogame.htm

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